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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Somos apenas estatística.

Lembro-me do dia em que pensámos que todos os direitos seriam conquistados. Esse dia perdeu-se nas brumas de Abril. O que vejo hoje revolta-me, mas resta-me pelo menos o direito à indignação. Deixámos de ser pessoas - agora somos apenas  números. As particularidades de cada região, de cada família, não têm qualquer interesse.  O que está a acontecer com o sistema de saúde é qualquer coisa de sórdido. A saúde pública deixou de ser um direito para se tornar num luxo. Tem saúde quem tem dinheiro ou cunhas. Os outros têm de ter muita sorte. A ideia que tenho e que provavelmente muitos outros têm, é que para o governo quem não está na fase produtiva, quem está na reforma ou com uma doença incurável, gasta dinheiro ao estado, é dispêndio de dinheiro que não fica para eles, e por isso quanto mais cedo morrer, melhor. Não será isto uma forma de genocídio? E todos nós, portugueses pacientes, continuamos à espera de D. Sebastião, para nos salvar.

Jokas da Dinha

 


publicado por Maria às 21:43

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Querido amigo

Já lá vão três meses. Como o tempo passa... Sentimos tanto a tua falta. Por vezes damos connosco a falar como se estivesses aqui, a partilhar os nossos dias. Depois, a realidade cai, dura e fria e sentimos o vazio a tomar peso. Há momentos em que pensamos que um dia, numa outra dimensão, voltaremos a estar todos juntos. Noutros momentos não sabemos em que acreditar. Como é possível que depois de partilhar tanta coisa reste apenas o silêncio, o vazio, as memórias?... Fico aqui a pensar no que te diria, se pudesse. No que me dirias se pudesses.  Se há um caminho a seguir no outro lado, segue-o e fica tranquilo. Nós tomamos conta delas, da tua companheira e da tua filha. Estão connosco, dividimos a dor, falamos de ti, das boas lembranças que guardamos, já conseguimos sorrir. Mas custa tanto.

Queremos que estejas em paz.

 


publicado por Maria às 22:29

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