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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

A crise dos combustíveis

O aumento do preço da gasolina já se tornou, para nosso mal, num hábito. No noticiário da manhã levamos logo com as tristes notícias de mais um aumento, e ninguém com responsabilidades impede que esta pouca vergonha continue. Pela minha parte faço como tantos outros portugueses que têm de fazer contas à vida - vou às bombas do Jumbo, neste caso de Palmela. Fica em caminho e faço boicote total às três grandes gasolineiras. Mas hoje fiquei surpreendida com  a capacidade  inventiva das pessoas. Não é que um senhor se lembrou de aproveitar o toucinho de porco preto, muitas vezes sem aproveitamento, para o derreter e fabricar combustível para a sua carrinha? Por este andar quem precisa de petróleo?


publicado por Maria às 23:04

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Aniversário

Ontem foi mais um dia do meu aniversário. Era suposto ser um dia feliz, pelo menos não foi infeliz graças às atenções de pessoas queridas. Recebi mensagens, telefonemes, algumas prendas e fui jantar fora com a minha família. Pensámos em assistir à estreia de mais um Indiana Jones, mas não nos despachámos a tempo. Vamos ver se conseguimos ir hoje. E assim vai a vida, um dia de cada vez.


publicado por Maria às 18:59

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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

A minha Nina

Nina, tal como os outros amigos de quatro patas, veio cá para casa depois do abandono. Era pequenina, estava suja e cheia de fome, a miar à beira duma estrada. Quem é que tinha coração para a deixar ficar lá e morrer? Pois, eu também não tive. Isto aconteceu há seis anos. Entretanto a Nina cresceu, foi esterilizada  e transformou-se nesta beleza que vos mostro. É o ser mais sociável cá de casa e para ela não há distinções, quer tenham duas ou quatro patas, quer sejam humanos, caninos ou felinos. São todos amigos e todos levam carinhos e marradinhas. Nos dias mais frios do Inverno, é ver a Nina toda enroscada na cama dos cães, sobretudo na do Bóris e da Leca. Abençoada a hora em que a trouxe para casa. Tenho a certeza de que me tem dado mais do que lhe dei a ela.


publicado por Maria às 21:14

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Domingo, 18 de Maio de 2008

Fez hoje dois meses

Já passaram dois meses. O mundo gira, frenético, louco, imparável. As pessoas continuam a viver as suas vidas, mas a do meu pai acabou há dois meses. Fui lá hoje, mesmo com a chuva e coloquei flores novas. Eu sei que não serve para nada, também sei que é em vida que devemos cuidar uns dos outros. Mas ir lá tranquiliza-me. Nunca pensei que poderia ser assim, com tanta dor. Faz-me tanta falta o meu pai.


publicado por Maria às 22:53

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Vem aí a loucura do futebol

Tal como em 2004, faço questão de não assistir a um único jogo. Cá em casa há quem goste e eu respeito. Vou passear à serra com os meus cães, ou vou à praia, que está deserta.  

Falando de desporto a sério, felizmente temos a Vanessa Fernandes e mais alguns, poucos. 

Futebol - o orgulho da Nação, com os ilustres seleccionados.  Alguns nem sabem cantar o Hino.  

Temos futebol a toda a hora para alegrar o povo. Somos bombardeados com futebol e o povo fica contente, esquece e não pensa.  

O país está de pantanas, os bens essenciais sobem de preço, as pessoas morrem nos hospitais porque não são tratadas devidamente, as escolas parecem manicómios, falta tanta coisa, mas o que interessa?  

Mais um europeu e aí vem a loucura outra vez.  

Não se trata do desporto em si, mas de tudo o que está por detrás dele: A âmbição desmedida, a corrupção, os jogos sujos, a alienação das pessoas. 

Não gosto de futebol, pronto!   

- Futebol, futebol, futebol...  

Mas há que aquietar a plebe, para que não pense, para que não reaja. E vêm doses maciças do "ópio do povo" destes tempos:  

Ah! agora podemos ir para a rua gritar o nosso descontentamento, desde que seja dada autorização e sejamos politicamente correctos. 

Há três décadas, em  Portugal, vivia-se numa ditadura. O povo sofria e não podia falar. A distracção era Fátima, fado e bola. Veio o 25 de Abril para que o povo não sofresse mais e a alegria saltou para a rua. Durou pouco, só chegou ao 1º de Maio. Tanto se disse, tanto se fez, e hoje o que temos? O povo sofre, a distância entre ricos e pobres é cada vez maior, nada se consegue sem o factor  "cunha", desde o emprego à saúde.  


publicado por Maria às 21:31

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Estou a construir o meu jardim

Sempre me senti próxima das coisas simples, daquelas que muitas vezes passam despercebidas. Talvez porque de alguma maneira também sou assim. Gosto de mexer na terra, do verde das plantas, de as ver crescer e tratar delas. Chegou a hora de arranjar o cantinho abandonado do quintal,  cheio de tralhas velhas e coisas que ninguém quer. Aquele espaço desagradável vai-se transformar num pequeno jardim, cheio de verde, de perfumes e de flores. Só falta o som da água a correr, mas isso também virá com o tempo.

Fui buscar pedras à serra para fazer os canteiros e alguns já estão a ficar jeitosos. Este é o maior, com o feto arbóreo, as petúnias , os pelargónios , cravos e cravos da Índia. Ainda tem espaço para as zínias e as sécias que estão a crescer. Faço projectos, imagino como tudo ficará depois de pronto e que agradável vai ser ficar lá a ouvir música ou a ler. Ao mesmo tempo a escuridão que me envolve vai ficando menos escura.

Um canteiro do meu jardim


publicado por Maria às 21:12

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